15 de dezembro de 2008

9 de dezembro de 2008

Um auxílio a mais para a educação: o Blog


O desafio para a educação da nova era é desenvolver novos
contextos de interação que denotem ao aprendiz a utilização, sobretudo, de
alternativas criativas e estimulantes ao aprendizado.
As ferramentas disponíveis hoje na Internet, desde que com as devidas
adaptações e com seu uso resultando de uma estratégia de aplicação,
oferecem um universo de possibilidades a ser explorado pelo educador que se propuser a sobrepor a fronteira da tecnologia para descobrir meios para o
enriquecimento de sua atuação.
O interesse pelo blog se deve à facilidade de uso: com poucos cliques,
qualquer internauta pode criar seu próprio diário virtual, mesmo que não tenha conhecimentos de programação. A manutenção também é simples - como o sistema organiza automaticamente as mensagens (posts) do usuário, é bem mais fácil acrescentar textos a um blog do que a um site tradicional.

27 de outubro de 2008

Decodificando a mensagem...

4S V3235 3U 4C0RD0 M310 M473M471C0.
D31X0 70D4 4 4857R4Ç40 N47UR4L D3 L4D0
3 M3 P0NH0 4 P3N54R 3M NUM3R05,
C0M0 53 F0553 UM4 P35504 R4C10N4L.
540 5373 D1550, N0V3 D4QU1L0...
QU1N23 PR45 0NZ3...
7R323N705 6R4M45 D3 PR35UNT0...
M45 L060 C410 N4 R34L
3 C0M3Ç0 4 F423R V3R505
H1NDU-4R481C05

Superstição em torno do número 13!

Você sabe qual a origem da superstição em torno do número 13? Na mitologia nórdica, encontramos uma lenda sobre o assunto.
Odin, chefe de uma tribo asiática, estabeleceu na Escandinávia seu reino. Para administrá-lo, celebrar os rituais religiosos e predizer o futuro, Odin teria escolhido doze sábios, reunindo-os em um banquete no Valhalla, morada dos deuses. Loki, o deus do fogo, apareceu sem ser convidado e armou uma grande confusão. Como invejava a beleza radiante de Balder, deus do Sol e filho de Odin, fez com que Hodur, o deus cego, o assassinasse por engano. Daí veio a crendice de que 13 pessoas reunidas para um jantar é desgraça certa.
Essa lenda é semelhante, ao episódio da Ultima Ceia de Cristo: Segundo alguns relatos, participaram dessa ceia sagrada os doze apóstolos e Cristo, num total de 13 pessoas. Também aí o final foi infeliz: a crucificação e morte de Cristo, numa sexta-feira. E mais. Na antiga numeração hebraica, os números eram representados por letras. A letra que indicava a quantidade treze era a mesma usada para a palavra morte.

26 de outubro de 2008

22 de outubro de 2008

21 de outubro de 2008

20 de outubro de 2008

O que é mesmo um software?A diferença...

SOFTWARE LIVRE E SOFTWARE PROPRIETÁRIO

Software Livre:
O termo Software Livre se refere à liberdade que o usuário tem de executar, distribuir, modificar e repassar as alterações sem que para isso tenha que pedir permissão ao autor do programa. É o mesmo que usar um programa de computador livre, com código aberto, significa ter a possibilidade de entender como funciona o programa, podendo modificá-lo de acordo com as necessidades do usuário. Em outras palavras, qualquer um pode acessar e alterar a área em que estão registradas as informações que fazem o programa funcionar, o chamado código fonte. Por isso, ele é considerado aberto e livre.
No software livre, as pessoas têm acesso à receita, o que possibilita que alterem o sabor do bolo (ou a finalidade do programa) como preferirem. No outro modelo, conhecido como software proprietário, as pessoas não podem ter acesso à receita.
A utilização do Software Livre para a inclusão digital tem grande importância, pois:
- Estimula naturalmente a difusão do conhecimento permitindo que mais pessoas tenham acesso às oportunidades abertas pelas novas tecnologias; - Cria uma rede de compartilhamento de usuários no uso de softwares livres;- Estimula o desenvolvimento da tecnologia nacional porque os desenvolvedores brasileiros podem criar soluções totalmente adaptadas à realidade nacional, a partir dos programas desenvolvidos pela comunidade mundial de programadores; - Auxilia a estabilização da economia, pois não é mais necessário o envio de dinheiro ao exterior a título de compra e serviços de software proprietário;- Incentiva o desenvolvimento de tecnologia local; - Permite interagir e compartilhar soluções com sua comunidade, seja física ou virtual; - O usuário não permanece dependente de novas versões/inovações de softwares proprietários com preços abusivos que, eventualmente, apresentam incompatibilidades com versões antigas.

Software proprietário:

É aquele cuja cópia,redistribuição ou modificação são de alguma forma proibidos pelo seu criador ou distribuidor.A expressão foi cunhada em oposição ao conceito de software livre.
O software proprietário utiliza a licença Copyright.Normalmente, a fim de que se possa utilizar,copiar, ter acesso ao código-fonte ou redistribuir,deve-se solicitar permissão ao proprietário,ou pagar para poder fazê-lo: será necessário,portanto, adquirir uma licença, tradicionalmente onerosa, para cada uma destas ações.
Vantagens
Possui apoio e suporte técnico do fornecedor.
Mais fácil de configurar e usar.
Dentro da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), a venda de softwares representa de 1% a 2% do PIB dos países industrializados.
Promove o crescimento das indústrias de software
através da venda dos seus produtos.
Empresas que fazem da venda de software proprietário tendem a criar softwares com inovações para não perder mercado para o software livre.
Desvantagens;
O custo é elevado;
A manutenção é inexistente ou feita pelo fabricante.
A alteração é feita só por encomenda.
Não é tão seguro quanto o software livre.




Referências:
http://www.idbrasil.gov.br/menu_software_livre/01-inclusao_social

Cursista: Nalva Luneburger Kops
08/10/2008
E.E.F.CAMPO GRANDE

23 de setembro de 2008

Internet,esse fantástico mundo virtual


Ah! Como viajamos!!! Do Brasil ao Japão, do Norte ao Sul, entramos nas casas, corremos mundo, conversamos, nos damos a mão, compartilhamos, nos apoiamos, desabafamos, criamos mill fantasias, nos chamamos de amigos... damos e recebemos, trocamos, nos emocionamos... realizamos alguns dos nossos sonhos e fazemos com que pessoas sonhem através da gente.
Invadimos corações e vidas e permitimos que nos invadam também. Trocamos a solidão de se estar só com uma outra disfarçada de presença. Vamos ligando corações invisíveis, onde não sabemos onde está o começo e nem onde estará o fim. Portas se abrem a cada instante.
O mundo da internet é maravilhoso! Portanto, algo me inquieta: será que não estamos trocando o mundo que Deus nos criou por quatro paredes e uma tela? Damos altas gargalhadas diante do computador quando recebemos uma piada ou uma imagem engraçada... mas onde está o calor do riso amigo que nos acompanha? E o olhar, que diz sem falar e faz compreender milhões de palavras não ditas? Cadê o abraço e o conforto de se sentir entre abraços?
Não sou contra o mundo virtual, muito pelo contrário. O que sou contra é a exclusividade dele, o monopólio desse mesmo mundo nas nossas existências.
Onde está o prazer de ir na biblioteca ou livraria e procurar entre milhares de livros algo interessante e depois não saber o que escolher? Esses tesouros estão morrendo empoeirados em prateleiras...
Quem vai igualar um dia nossa maravilhosa aurora, que nos lembra que é sempre possível recomeçar? E nosso pôr-do-sol laranja-vermelho, quem será capaz de inventar com tanta maestria?
O mundo virtual é encantador. Mas esse deve ser um local de visita, não nossa morada. Deve ser um jardim onde podemos passear quando quisermos, não nossa prisão; deve ser um pedaço do nosso coração, não todo ele.
Estamos nos tornando escravos do mundo virtual e tentamos nos convencer que somos livres. Falamos menos, escrevemos mais. Respiramos mais ar fechado. Temos menos tempo para os nossos.
É gostoso quando nos enxugam as lágrimas com palavras, mas que isso não nos impeça de desejar mãos suaves que nos acariciem o rosto e um olhar firme dizendo pra ter coragem, que tudo vai passar.
Que a internet nos abra o mundo, sem nos isolar desse mesmo mundo! Que ela nos sirva, não que sirvamos a ela. Que saibamos achar o perfeito equilíbrio entre as coisas! Que ela seja uma bênção, não nossa perdição! Que possamos ainda abrir os olhos, antes que morramos no nosso isolamento, vítimas de nossa própria armadilha, a liberdade virtual.